Arthur Aguiar fala sobre despejo e enfrentamento de uma dívida de R$ 400 mil
Arthur expressa insatisfação com a exposição
Nesta quarta-feira, 30 de setembro, Arthur Aguiar se pronunciou após a divulgação de duas ações judiciais relacionadas à sua situação financeira. O vencedor do “BBB 22” criticou a circulação de notícias, memes e vídeos sobre os processos judiciais, afirmando que essa exposição tem causado prejuízos tanto para ele quanto para sua família.
Ator critica o uso de memes em situações sérias
<p“É lamentável perceber que não há mais limites para nada. O que importa é gerar cliques, engajamento e likes, sem considerar o impacto negativo que isso pode causar ao próximo”, desabafou em seus Stories no Instagram.
Arthur também se questionou sobre a postura das pessoas que transformam dificuldades financeiras alheias em material humorístico. “Você que compartilha esse tipo de informação ou cria memes e vídeos zombando da vida dos outros, conseguiria suportar se estivesse na mesma situação?”, indagou. “Seria fácil ver outras pessoas expondo sua vida e a de sua família, discutindo assuntos que não deveriam ser comentados por elas? Você conseguiria lidar com isso?”, completou.
Banco exige quase R$ 400 mil
O desabafo do artista ocorreu no mesmo dia em que a revista Veja trouxe à tona uma ação movida pelo Bradesco, buscando recuperar R$ 394.791 do ator. O processo foi protocolado no dia 21 de setembro na 4ª Vara Cível de Pinheiros, São Paulo.
Conforme a publicação, a cobrança refere-se a faturas de três cartões de crédito. Documentos anexados ao processo detalham gastos relacionados até mesmo ao imóvel que está sendo disputado judicialmente, além de despesas com academia e salão de beleza.
Ação de despejo totaliza R$ 166 mil
Um dia antes, a Veja também informou que Arthur está enfrentando uma ação de despejo devido à falta de pagamento referente a um apartamento luxuoso localizado em Pinheiros. A locadora reivindica cerca de R$ 166 mil em aluguéis e encargos atrasados. O valor mensal do imóvel era estipulado em R$ 59.340 e incluía despesas como condomínio, IPTU, internet, energia elétrica, água, lavanderia e café da manhã.
Segundo o processo judicial, os atrasos nos pagamentos começaram neste ano. Arthur reconheceu uma dívida de R$ 135.873 em um acordo extrajudicial que previa uma redução para R$ 125 mil; no entanto, a proprietária afirma que as condições acordadas não foram cumpridas.
Justiça autoriza desocupação do imóvel
No início de setembro, o Judiciário concedeu uma liminar permitindo a desocupação do imóvel. Após o depósito da caução solicitada, a locadora pediu a expedição imediata do mandado. Após ser notificado, Arthur terá um prazo de 15 dias para deixar o apartamento ou evitar o despejo por meio do pagamento da dívida conforme as condições legais.
O advogado Pablo Sukiennik contestou as alegações apresentadas pela locadora: “Os eventos não ocorreram exatamente como descrito na petição inicial”, disse à revista Quem, ressaltando que ambas as partes estavam negociando antes da judicialização da questão.
